domingo, 22 de maio de 2011

Sótão - Iron Maiden

Olá leitor! Primeiramente desculpas por ter ficado tantos dias sem postar aqui no blog, pois ocorreram diversos problemas pessoais e também estava na época de fechamento de Trimestre no meu colégio.
Hoje, estou postando mais um episódio do canal "Sótão". Nesta nova aventura, @ leva a informação ao leitor sobre o Show do Iron Maiden.
A todos os roqueiros de plantão...  Espero que gostem!!!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Obra de Arte X Objeto Artístico

Olá leitor! Estou postando uma matéria que escrevi para o Jornal do Colégio Marupiara. A matéria fala sobre os museus que nós, alunos do terceiro ano do E.M visitanos no mês passado e discute a indiferença do homem frente à Arte. Espero que gostem. Boa leitura!

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Desde o início dos séculos, o homem cresce, aprende, tenta lidar com propostas e desafios. Mas existe um ponto característico em que nós, seres humanos não conseguimos interagir com perfeição: lidar com as nossas diferenças.
Esse é um problema muito discutido desde a Antiguidade até o mundo atual, já que vivemos diante de uma sociedade com grande diversidade cultural, política, econômica e étnica, e para essas diferenças não se chocarem, precisa-se de respeito incondicional e tolerância na sociedade e no mundo globalizado em que vivemos.
A interpretação do que realmente seja a Arte Contemporânea, faz parte da indiferença e do choque que a sociedade leva ao tentar enxergar algo tão diferente sendo considerado Arte.
A arte de linguagem contemporânea, como diz o crítico Alberto Beuttenmuller, “É aquela que traz as influências características da nossa época: são as performances, as ocupações de espaço, as instalações, as interferências e a arte virtual. Quase todas efêmeras e circunstanciais”. A Arte Contemporânea é um grande desafio, já que tenta “desconstruir” o ideal “Obra de Arte”( Por função artística se entende a representação de um símbolo, do belo) e mostra que a arte não é apenas uma pintura colocada em qualquer moldura e pendurada em uma parede. A arte vai além de tudo isso, ela mostra o “Objeto Artístico”( O objeto artístico se liberta de sua base, do pedestal, do paralelismo à parede, trabalha mais com o espaço como elemento da linguagem plástica) que tem como objetivo principal à interação do ser humano para com o objeto.
No dia treze de Abril de dois mil e onze, nós, alunos do 3º ano do Ensino Médio tivemos o compromisso de visitar o Museu da Casa Brasileira, uma casa com obras tradicionais voltadas para as obras Vitorianas, período do Arcadismo e fase em que o homem queria uma maior proximidade com a natureza, expressando suas emoções e seus sentimentos frente ao cenário. O Museu Expõe exemplares do mobiliário dos séculos XVII ao XXI, mas também abre espaço para mostras temporárias do que se produz na atualidade em objetos e design pelos quatro cantos do Brasil e do mundo.
No mesmo dia, visitamos mais dois museus com características bem diferentes do primeiro, o Mis e o Mube, ambos os museus mostram a Arte Contemporânea em suas exposições. A grande diferença foi que no Museu da Casa Brasileira, nós, alunos, tivemos que observar a Obra de Arte e compreende-la. Já nos museus Contemporâneos, foi o Objeto Artístico que interagiu conosco, colocando-nos de certa forma como parte da Arte, para que ela fosse realizada com sucesso. Entende-se que nós, seres humanos, fazemos parte da exposição, e absolutamente nada iria ocorrer caso não tivéssemos interagido com o Objeto e assim, colocando-o em prática e nos levando à reflexão.
Portas se abrindo na parede, palavras aparecendo em grãos de areia, vídeos que se movem com o simples toque do observador, um bosque que ao sentarmos, as sombras das árvores se retrocedem e apenas a sombra do nosso corpo permanece, operações matemáticas sendo realizadas enquanto nos movimentamos e luzes acendendo, apagando e piscando conforme um simples gesto realizado pelo espectador. Isso se chama Contemporâneo. E o Contemporâneo faz parte da nossa vida atual.
E agora o que não se cala é uma simples questão: Quando o homem vai deixar as suas diferenças de lado e compreender que a Arte pode ser representada de diversas formas?
O Contemporâneo é sim uma Arte. Aquela que vai além dos tempos, aquela que é temida, desafiada, e desconfiada por todos. Aquela que mostra que ser diferente é legal e que nem tudo o que é imposto pela a sociedade tem que ser ouvido. A Arte é você quem faz, é você que participa, é você quem constrói.  Ela representa o novo e é exatamente formada por diversas partes, sendo elas, o movimento, a estrutura e até a forma, mas o que mais importa é que uma dessas partes,é você.

Em nome de todos os alunos do terceiro ano do E.M, Rita de Cássia Leonel Moura- 3º Médio A. ( Agradecimentos à Arissa, Letícia, Fernanda, Bianca e Carlos Augusto- alunos do 3º ano que auxiliaram na revisão e nas idéias para que a matéria fosse completa. Agradecimentos também aos professores Amanda e Gustavo que explicaram sobre a Arte Contemporânea ao longo de suas aulas).

domingo, 24 de abril de 2011

Novidades no Blog: Sótão

Olá querido leitor! Novidades aqui no blog!!! A partir de hoje estarei postando vídeos do canal do @  , o Sótão. Este canal que está no ar a mais de um ano, já faz muito sucesso na internet e tem como objetivo principal levar a informação ao público de uma forma divertida. Espero que gostem.

 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O Trabalho na Construção da Dignidade Humana

Olá! Hoje tive prova do ENEM no colégio e não foi nada fácil, muito cansativo, confesso.
Mas quando chegou a parte da redação fiquei super feliz! O tema era: “O Trabalho na Construção da Dignidade Humana”. E aqui está o resultado de tudo isso:
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A Grande Utopia

Pensar, argumentar, propor, assinar e colocar em prática. Uma pena não ser exatamente dessa forma.
Desde mil oitocentos e oitenta e oito, quando foi assinada a Lei áurea, acredita-se que a escravidão foi abolida. Uma grande ilusão para aqueles que acreditam nessa hipocrisia, já que nada passou de uma assinatura em um pedaço de papel.
Escravos foram explorados na época Colonial, eram vendidos e exportados nos navios negreiros, foram pisados, injustiçados e pelo visto, nada mudou até os dias atuais.
Somos influenciados pela mídia que nos mostra o mundo maravilhoso em que vivemos, o mundo de ilusões, um mundo que não existe. Somos escravos da sociedade atual, que na verdade, é cheia de diferenças sociais, levando em conta, apenas o capital que temos em nossas mãos.
Todos os dias nós vemos trabalhadores honestos que passam mais de doze horas se esforçando para conseguir dar algo de melhor para a sua família, ou talvez até uma simples pontada de esperança. Mas eles são pisados, humilhados e injustiçados no local de trabalho e quando chegam em casa, vemos um cenário de pobreza e desespero de uma família implorando por uma vida melhor.
Chega! Temos que mudar tudo isso e obrigar aos políticos que eles cumpram o que fora prometido em suas campanhas.
É tamanha a revolta de ver o Brasil ser considerado a quinta maior potência econômica mundial enquanto vivemos na miséria e escravos de nós mesmos, é muita contradição!
Vamos evoluir e dar esperança ao nosso país! Se não mudarmos, acabaremos igual na Idade Média, seremos trabalhadores escravos sem o direito de falar o que pensamos e não podendo mostrar a nossa posição frente a decisões.
Quem não luta pelos seus direitos, não pensa. E quem não pensa, será para sempre um servo.

Rita de Cássia Leonel Moura.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Eu sei, mas não devia...

 Olá leitor! Estou postando um texto que fiz para o colégio e ele tem como personagem principal uma adolescente que não entende o por que do uso da gramática ser considerado indispensável na sociedade em que vivemos. Espero que gostem do texto, pois ele relata a dificuldade de compreensão de um adolescente e a obrigação de aprender algo. Ps: Não inspirei em mim para a construção do personagem e sim em todas as pessoas dessa faixa etária. Ps 2: A linguagem é informal e espero que não entendam errado a minha posição frente ao texto. Eu, por exemplo, admiro a gramática como muitos e como poderá ser percebido ao longo da leitura, mostro uma contradição, já que, apesar do personagem odiar a gramática, escrevi de certa forma, a dissertação correta gramaticalmente. Boa leitura!
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Eu sei que a gente considera o uso da gramática indispensável, mas não devia.
Aquele era um dia considerado “normal” em minha rotina: chato e entediante. Mas ouvi a tal da expressão “gramaticalmente correto” e de certa forma, comecei a pensar no assunto.
O que leva certas pessoas a discutirem em plena manhã de sábado o que seria correto gramaticalmente? Porra! É gramática!
Tenho que confessar a minha profunda depressão gramatical a você, querido leitor. Eu, que na época era uma criança de doze anos, estava naquele momento “aborrecente”, em que meu corpo e minha mente se desenvolviam... Aquela que era para ser a fase mais importante da minha vida e invés de estar brincando de Polly ou me maquiando, me encontrava obrigatoriamente sentada em uma carteira da sala de aula fazendo análises morfossintáticas. Porra! O que eu queria era brincar! Será que ninguém entendia isso?
Sinceramente, quem inventou o tal do “gramaticalmente correto” estava “politicamente equivocado”. Quem foi que disse que para escrever corretamente é preciso utilizar aquelas palavras monstruosas? Se você sabe apenas o básico, use e abuse delas, faça um bom proveito. Caso você não saiba, tente entendê-las, mas caso não entenda, nem tente enfrentar. Seja simples, prático e correto.
Por que a existência dos “porquê”, “porque”, “por quê?” E agora me pergunto: Por que tanto por quê?
Cheguei em casa, abri um livro e logo vi a Canção do Exílio: “Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá, por que um tem não tem acento e no outro o circunflexo se encontra lá?”.
O que eu realmente não compreendo são aquelas palavras aterrorizantes que enfeitam a beleza da nossa língua portuguesa. Há algumas semanas atrás, por exemplo, o professor do cursinho veio com a idéia de querer revisar as tais das figuras de linguagem. Aliteração, Anáfora, Antítese, Apóstrofe, Assíndeto, Catacrese, Comparação, Eco, Elipse, Eufemismo, Hipérbato, Hipérbole, Ironia, Metáfora, Metonímia... Quantos nomes de remédio! Senhor, me ajude!
Imagina você chegando na farmácia e pedindo: “Por favor, tem Hipérbato?” E o farmacêutico responde: “ Só temos o genérico, serve a Hipérbole?” Porra, mas que coisa complicada!
A pior parte da gramática são os “palavrões”: Pindamonhangaba, paralelepípedo, esquistossomose, inconstitucionalissimamente... Aqui vai um palavrão dedicado a você, querida gramática: Eutenhomedodevocêeunãogostodevocêenãoentendooporquedesertãocomplicadada!
Já que tudo o que escrevemos e pronunciamos é considerado gramática, podemos incluir os trava-línguas no meu conceito. Por qual motivo eu gostaria de saber se em um ninho de mafagafas, tinham sei lá quantos mafagafinhos, ou se esses mafagafinhos sabiam ou não mafagafar?
No fundo, eu sei o quanto o uso da gramática é importante na nossa vida. Mas, enquanto não achei um significado coerente para hiato, ditongo ou monossílabo, vou curtir o mundo virtual de um adolescente. Acho que ainda não caí na real, mas um dia isso vai mudar. Eu sei, mas não devia...

Rita de Cássia Leonel Moura.